Virou caco.Ela se quebrou. Despedaçou-se.Estilhaços cortantes de uma juventude destruída.Dura e crua realidade. Ela era vida vivida intensamente. Não inteiramente, fragmentava-se. Sem idade. Sem cortes. Virou caco. Governada pelo imediato, era nada. Não havia amanhã, nem depois. Se perdia no tempo. Morria no tempo. Gostava da proximidade distante. Tinha a todos, não amava ninguém. Bocas [...]
#PoesiaImersa: Cacos Humanos
