
Sou Danielle Monteiro, artista de múltiplas linguagens, pesquisadora, escritora e poeta. Minha produção transita entre a palavra, a imagem, o corpo e a memória, investigando as possibilidades da arte como gesto de escuta, criação e resistência.
Sou graduada em Serviço Social, pós-doutora em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), com doutoramento em mobilidade pela Universidade de Coimbra, Portugal. Especializei-me em Gestos de Escrita como Prática de Risco, pela A’Casa Tombada (São Paulo), onde desenvolvi uma pesquisa sobre a memória e as histórias de vida enquanto rastros, restos e cicatrizes. Atualmente curso Artes Plásticas na Escola Guignard (UEMG), aprofundando uma investigação artística que articula performance, fotografia, desenho, serigrafia, instalação, escrita e processos relacionais.
Minha trajetória literária teve início com a publicação de Avesso (2020), ano em que conquistei o terceiro lugar no V Festival Internacional de Poesia de Lisboa e participei de diversas antologias publicadas entre Brasil e Portugal. Nesse mesmo período organizei a antologia Rotas de Fuga, publicada pela Editora Edições e Publicações.
Em 2021 publiquei, em parceria com a poeta Ana Beatriz Braga, o livro Não é sobre nós, organizei a antologia Escrita de Si e recebi Menção Honrosa no VI Festival Internacional de Poesia de Lisboa com o poema Consciência Colonizada.
Em 2022 lancei Tremor de um corpo sem frio e recebi o Primeiro Lugar no Festival Internacional de Poesia de Lisboa com o poema Fogueira do Obsceno. No ano seguinte publiquei A Palavra Nada, lançado durante o Festival Internacional de Poesia de Lisboa.
Minha pesquisa artística tem se voltado, sobretudo, para as relações entre corpo, memória, violência, narrativa e imagem, desenvolvendo obras que dialogam com a performance, a instalação e a fotografia. Em Portugal, a performance Gessal foi reconhecida com o prêmio de Melhor Performance no Salão Internacional das Artes, reafirmando uma trajetória em que arte e pesquisa caminham inseparavelmente.
Acredito que pensar também é criar. Por isso, minha produção não distingue rigor acadêmico de sensibilidade artística. Escrevo, pesquiso e produzo imagens na tentativa de compreender aquilo que insiste em permanecer nos corpos, nas memórias e nos silêncios. Este blog nasce desse lugar de travessia: um espaço onde literatura, filosofia, psicanálise, arte e cotidiano se encontram para inventar outras formas de olhar e habitar o mundo.
Foto: Gilberto Goulart
Amei Dani! Que orgulho de vc minha irmã. Tanta bagagem construída, com tanto trabalho, amor e dedicação.
Te amo mto e continue firme na caminhada.
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🌻❤️
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oi moça poeta poetisa mineira parabéns
eu quis curtir mas ė todo um processo
destes sites de acesso…rsrsrs
mas eu vendo e lendo você
parece que fico sabendo de novo
minas tem mar tem morro tem tudo
Abs e bom Carnaval para quem ė de carneval
e boa folia para quem ė de folia
e boa leitura pra quem ainda tem livros…Th.S..
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